A indústria nacional da construção civil está vivendo um boom desde o ano passado, quando apresentou um crescimento recorde, superior a 30%. Nem a crise imobiliária dos Estados Unidos afetou - pelo menos por enquanto - o desenvolvimento do setor, que apresenta potencial para continuar no mesmo ritmo em 2008. Na opinião dos fabricantes de adesivos e selantes para o setor, o PAC - Plano de Aceleração do Crescimento foi um dos motivos que trouxeram grande entusiasmo à indústria, mesmo não tendo ainda decolado plenamente.
Esse sentimento de otimismo foi notado durante a Feicon (Feira Internacional da Indústria da Construção), realizada em São Paulo. A feira, realizada juntamente com a Expolux (Feira Internacional da Indústria da Construção), superou R$ 400 milhões em negócios.
Os bons ventos, que potencializam a indústria brasileira incentivam empresas como a Wacker, por exemplo, a continuar investindo no País, como conta Danilo Timich, diretor-geral da Wacker Química do Brasil, na seção Bate-papo nesta edição. A região é foco de investimentos da companhia alemã, que no ano passado registrou 13% de crescimento, e boa parte desse resultado, fora da Alemanha. No Brasil e nos países do Cone Sul, a Wacker atingiu vendas da ordem de US$ 47 milhões, representando um crescimento de 20% sobre o ano anterior. Além dela, também a Bayer cresceu 25% em vendas e planeja dobrar investimentos no Brasil. Com faturamento de R$ 3,3 bilhões em 2007, o Grupo Bayer Brasil ampliou sua participação nos negócios mundiais da empresa e já ocupa a sétima posição no ranking interno Bayer.
Notícias como essas nos fazem continuar acreditando que o desenvolvimento do Brasil vai colar e decolar. |