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Brasil, 5 de Fevereiro de 2012
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Sumário

Rentabilidade e competitividade em discussão

 

A 4ª edição do Ebdquim, realizado pela Associquim-Sincoquim, contou com a participação de importantes membros do mercado de distribuição de produtos químicos no Brasil.

 
Lucélia Monfardini
 

EbdquimO 4º Ebdquim - Encontro Brasileiro dos Distribuidores de Produtos Químicos e Petroquímicos, realizado de 5 a 9 de março no Vila Galé Marés, em Guarajuba (BA), foi iniciado com coquetel e jantar de boas-vindas. No dia seguinte, houve a abertura do ciclo de palestras, quando o presidente da Associquim-Sincoquim, Rubens Medrano, realizou um discurso breve, citando dados da evolução do evento. "No 1º Ebdquim, em 2002, tivemos 64 empresas participantes, e hoje, na 4ª edição, estamos com 107; já os países participantes eram quatro; atualmente são 15; e os congressistas eram 99 e neste evento são 192. Essa é uma evolução importantíssima para nós e para o mercado", comemorou Medrano.

A palestra ministrada por Pedro Wongtschowski, presidente da Ultrapar, "O Futuro da Indústria Química Brasileira", enfatizou que a rentabilidade e a competitividade são os dois fatores que mais prejudicam o crescimento da indústria química brasileira. "Haverá mudanças de estrutura na indústria. O cenário aponta um mercado mais maduro; crescimento da demanda comandado pelo crescimento do PIB; escassez de matéria-prima (fenômeno mundial); empresas buscam acesso de matéria-prima competitiva; redução de margens com menor rentabilidade; maior expansão de capacidade na região do Oriente Médio e Ásia; e movimento de consolidação", afirmou o presidente da Ultrapar, acrescentando que a batalha por reputação será central para o futuro da indústria química brasileira.

Na segunda palestra, sobre "A Qualidade como fator de excelência, produtividade e desenvolvimento sustentável do segmento químico e petroquímico", houve a participação de quatro nomes importantes: Bruce Schechinger, vice-presidente da americana NACD (National Association of Chemical Distributors); Edison Terra, diretor comercial e suplly chain da Unidade de Insumos Básicos da Braskem; Antonio Carlos Lacerda, diretor de EM da BASF; e Hendrik Abma, diretor-geral da European Association of Chemical Distributors (Associação Européia da Distribuição de Produto Químicos).

Na penúltima palestra do dia, Paul Galasso, diretor comercial da ExxonMobil dos Estados Unidos, relatou como a empresa vê o negócio de energia até o ano de 2030. E na última palestra, sobre "Fusões e Aquisições", Marc Fermont, diretor da DistriConsult, empresa suíça de consultoria especializada em estratégias de distribuição, relatou um panorama completo do setor de distribuição no Brasil.

Panorama político
O segundo dia começou com um panorama político da jornalista, historiadora e cientista política especialista em eleições e partidos políticos Lúcia Hippolito. Já no primeiro painel de palestras houve a participação de entidades governamentais, com Carlos Orlando da Silva, superintendente da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis); José Alberto Maciel Costa, delegado DPF (Departamento de Polícia Federal - Divisão de Controle de Produtos Químicos); e Fábio Martins Faria, diretor do Depla / Secex / MDIC.

O painel “Win-Win-Win – Sob a Ótica da Cadeia Produtiva” teve a participação de Francisco Verza, diretor para tintas imobiliárias da Suvinil, de Fernando Butze, diretor comercial CS/CPL da Braskem, de Bernardo Lemos, gerente de comércio interno de solventes da Petrobras, de João Benjamin Parolin, diretor superintendente da Oxiteno, e de Paulo Vieira, vice-presidente da DuPont Titanium Tecnologies para América Latina.

 
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